terça-feira, 15 de março de 2011

Precaução pra quem sabe o que é correr risco e ainda assim, encarar e se ferir.

Vivendo a plenitude do vazio do meu coração. Isso é bom? Ótimo! Mas não pense você que a porta está aberta pra quem quiser entrar. Eu a deixo apenas encostada; e faz tempo que não lubrifico suas dobradiças. De propósito! Pra que assim, quando alguém chegar sorrateiro e tentar entrar sem eu me tocar, eu possa ouvir o barulho e ficar em alerta. Vejo quem é. É do meu agrado? Conversemos entre a porta mesmo. Entenda que não posso deixar ir entrando assim. Pega mal. Agora, se não me agradar, pobre de que estiver tentando invadir. Não serei nada piedoso. As lacunas do coração são como filhos fiéis ao amor de sua mãe.

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