terça-feira, 29 de maio de 2012

Bom dia!

Só pra constar: isso aqui não é um diário.
Hoje acordei com vontade de novidade. A vida anda muito monótona ultimamente. O que eu quero, não sei ao certo, sei o que não quero e posso citar várias coisas.
Não quero ter que pertencer aos padrões de sociedade pré estabelecidos. Infelizmente não tem como criar um outro mundo físico, mas posso criar um mundo meu. Imaginário e sentimental. Em meio a toda essa turbulência nefasta de sociedade o que me resta é ficar avesso a tudo, digo isso porque o resumo da sociedade não tem lugar pra que eu me coloque nele. É pequeno demais e eu quero algo grandioso.
Vida pra mim não é acordar cedo, tomar café correndo, sair de carro ou de ônibus num trânsito infernal em direção ao trabalho. Chegar no local, dar bom dia a contragosto, ter de sorrir pra pessoas detestáveis, ter que ouvir pessoas detestáveis e obedecer regras. Depois de um dia cheio, voltar pra casa estressado, cansado e ainda ter que aguentar a mulher, se for o caso,  te enchendo o saco. A vida passa e perco muito tempo dela obedecendo a regras idiotas e medíocres sem tentar, sequer, fazer prevalecer um pouco das minhas vontades. Preciso me doar mais, já estou fazendo isso. Me conhecendo a cada dia que passa pra que ninguém possa vir tomar de mim o que é de mim sem que eu saiba que é de mim.
Hoje eu não fui trabalhar, embora eu precise, vou ser meu. É importante frisar que isso não é uma influência a anarquia; não me entendam mal. Apenas pra dizer que ao menos uma vez na vida eu sou meu e não divido nada com ninguém. A vida nunca pode ser uma rotina, por isso eu sempre jogo tudo pro alto quanto estou a ponto de conseguir ou já consegui, e começo do zero pra que ela tenha graça e motivação pra continuar a existir. É como chegar no topo e sempre querer voltar lá embaixo pra contar aos que ficaram como é lá em cima. Pode parecer loucura, mas é importante, porque a cada vez que se alcança o topo e volta pra rever e contar como é chegar no cume, quando começa a subir de volta, trilha caminhos diferentes até chegar novamente no topo e descobre que muitas coisas que existiam no caminho passaram despercebidas.